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"Para o triunfo do mal, basta que os bons não façam nada" (Edmund Burke)

Judith Butler “pediu penico”

Será que a campanha de repúdio a Butler foi realmente um "tiro no pé"?

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Na semana passada, Bernardo Küster disse que deveríamos criar uma petição para pedir o cancelamento de uma palestra de Judith Butler em São Paulo.

Butler é uma das principais propagadoras da ideologia de gênero, que se baseia em premissas filosóficas falsas para advogar a desconstrução da personalidade por meio da completa relativização da sexualidade.

Nós não tínhamos a menor ideia da repercussão que a campanha geraria. Criou-se uma celeuma em torno do pedido de cancelamento. A direita jujuba logo tentou emplacar a narrativa de que se tratava de censura, algo que muitos sites esquerdistas não fizeram. Além disso, foram feitas comparações – manifestamente desproporcionais – com a pancadaria promovida por comunistas no dia da exibição do filme O Jardim das Aflições na UFPE. Falou-se também em “erro estratégico”, pois de algum modo estaríamos ajudando a divulgar a figura de Judith Butler e sua palestra.

Também houve manifestações de apoio à campanha. Allan dos Santos, do canal Terça Livre, fez uma transmissão ao vivo com o objetivo de mostrar os erros de quem rotulou de censura a campanha de repúdio a Butler. Nando Moura fez um vídeo para divulgar a petição e aproveitou para disseminar um importante documentário sobre a ideologia de gênero. Felipe G. Martins, do Senso Incomum, também mostrou que não há censura alguma na iniciativa.

Nem mesmo Jean Wyllys falou em censura, apesar de ter afirmado que os assinantes da campanha são “imbecis motivados, inorantes com orgulho, que jamais chegaram perto de um livro”.

Free Wyllys

Quase nenhum dos canais que nos atacaram  mencionaram o estrondoso sucesso da petição: mais de 340.000 adesões. Foi uma demonstração de repúdio sem precedentes contra uma agente revolucionária e a causa promovida por ela.

Além desse resultado relevante, que nos gerou um documento importante para a luta contra a ideologia no Brasil, que outro efeito da campanha podemos destacar? A reação de Judith Butler.

Numa matéria veiculada pela BBC, ela se faz de desentendida ao afirmar que tratou do tema “gênero” há cerca de vinte anos, dando a entender que não falava mais sobre isso. Ora, não foi o que ela disse numa conferência proferida no Brasil há dois anos, como mostra o vídeo abaixo:

Conclusão: Butler mente de forma descarada a respeito de seu vínculo com a ideologia de gênero.

Além disso, ela nos enviou um e-mail no qual afirma que não haveria nenhuma palestra dela no SESC Pompeia. Ora, ela fará a abertura do evento e comporá a mesa de encerramento. Fica difícil acreditar nela desse jeito.

O fato é que Butler “pediu penico”, sentiu o peso da rejeição de centenas de milhares de pessoas. Isso se deve, em grande medida, ao excelente trabalho que tem sido feito em todo o país para conscientizar a população a respeito da  verdadeira natureza da ideologia de gênero: ela é um instrumento de destruição da família, célula básica da sociedade, sem a qual não é possível haver verdadeira democracia.

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