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Jônatas Dias Lima

Blog da Vida

Bioética e o movimento pró-vida pelo mundo

Cinco celebridades de Hollywood que falam publicamente contra o aborto

Eles não tem medo de nadar contra a corrente. Sabem que estão num ambiente cheio de defensores da prática, mas fazem questão de lembrar que matar um bebê em gestação é imoral

Jim Caviezel. Crédito: Bigstock.
Jim Caviezel. Crédito: Bigstock.

Em 2013, o Huffington Post publicou uma lista de celebridades que se declaram pró-vida e criticam publicamente o aborto legalizado nos Estados Unidos. O texto é honesto ao admitir que a maioria das estrelas de Hollywood é mais vinculada a causas ditas “liberais” e apoiam abertamente o presidente Barack Obama, militante declarado do abortismo por lá. Esses astros, no entanto, não se intimidam e assumem com coragem uma postura que vai contra a opinião dominante na categoria.

É bem possível que haja outros, mas devem temer por suas carreiras caso assumam publicamente suas convicções. Ao menos um dos citados abaixo, o ator Jim Caviezel, admitiu em entrevista ao Daily Mail, em 2011, que sua postura já lhe custou a perda de alguns papeis. Felizmente, o ator não se acanha e envolvido com muitíssimas iniciativas pró-vida no país.

A lista do Huffington Post envolve alguns artistas pouco conhecidos pelo público brasileiro, portanto blog separou separou fotos apenas dos mais populares por aqui. Quem quiser ver a lista completa pode acessar o slideshow do Huffington Post.

 

Crédito: Wikimedia Commons.

Segundo o Huffington Post, o ator Jack Nicholson explicou que sua convicção contrária ao aborto se deve à própria experiência. Ele conta que sua mãe era uma dançarina adolescente quando ficou grávida, foi incentivada a abortá-lo, mas não o fez.

Crédito: Wikimedia Commons.
  Jim Caviezel, que em 2004 interpretou Jesus no filme A Paixão de Cristo, de Mel Gibson, e hoje é protagonista da série de TV Person of Interest. Em 2009, ele afirmou à revista Catholic Digest que ser pró-vida é mais importante do que sua carreira.

 

Crédito: Wikimedia Commons

Martin Sheen, premiado ator norte-americano que já participou de dezenas de filmes e interpretou o presidente dos EUA na série de TV West Wing. Sua admitida postura pró-vida não o impediu de chamar Mitt Romney, candidato republicano à presidência dos EUA em 2012, de “estúpido” e “arrogante”.

 

 

Crédito: Wikimedia Commons.

Mel Gibson assumiu publicamente uma postura de crítica a políticas abortistas desde 1990, quando afirmou numa entrevista na TV que, depois de concebida, não cabe a ninguém a decisão de qual criança vem ou não vem ao mundo.

 

 

Crédito: Wikimedia Commons.

A atriz Patricia Heaton, vencedora do Emmy de 2003, já fez parte da diretoria da organização Feminists for Life e é conhecida por participar frequentemente de campanhas de candidatos republicanos nos EUA. Atualmente trabalha na série de TV The Middle, no papel da protagonista Frankie Heck.

 

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51 Comentários

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  1. Mas eu entendo que nesse mundo contaminado pelo liberalismo e pelo machismo, será difícil conseguir legisladores que queiram fazer de fato justiça às vítimas de violadores. Infelizmente, é mais fácil legalizarem o assassinato dos bebês de ventre.

  2. O seu senso de justiça – desculpe minha franqueza – me parece deficiente. Vamos supor que a pena de castração legal para estupradores exista. O juiz que a estipúlar para um desses perversos pratica um ato digno, que ninguém pode conspurcar. Entenda que a Justiça também é movida pelo amor – amor, compaixão pelas vítimas. A castração legal de estupradores (por vezes contumazes) é um ato de profilaxia, que evita novas vítimas desse crime horrendo.

  3. Prezado Lauro, não entendo seu modo de pensar. Num aborto feito com pleno conhecimento de causa o que ocorre é assassinato no sentido lato dessa palavra. É radicalismo em extremo achar que, por razões pragmáticas (tipo falta de dinheiro) se justifique matar um b~eb~e de ventre. Por outro lado, você tem idéia do que seja um estupro, ainda mais de crianças???

  4. Miguel, e quem aqui está defendendo “tratamento VIP” para pedófilos? Uma coisas realmente justifica outra? Realmente, você tem uma visão “olho por olho, dente por dente”. Isso não se encaixa em nenhum tipo de justiça moderna, é algo de tempos bíblicos e defendida por estados autoritários. Seu pensamento explica muito sua forma de tratar o aborto…

  5. Lauro, a contradição é sua e não minha. Você se revolta contra a castração legal, que é uma pena em proporção com a gravidade do delito e por isso justíssima. O que não é justo é tolerar o aborto que é o assassinato de um bebe de ventre, de todo inocente e indefeso. Você confunde justiça com vingança, mas eu com franqueza não acho que tarados devam receber tratamento VIP.

  6. Miguel, não me esquivo da questão, mas sim aponto todo o pensamento contraditório e paradoxal que as pessoas tem, algo que apontei desde o começo nesse post sobre celebridades. Por isso deveria ter mais discussão… Se prisão hoje em dia é tortura, é porque seu propósito original, de reeducar o infrator, foi despropositado. Como você, as pessoas parecem querer vingança, e não justiça. Ao falar que a castração “pode ser feita com assepsia e anestesia” você se equipara àqueles que critica.

  7. Existem estados norte-americanos onde o estupro é punido com a pena capital.Não acho isso injusto, pois se trata da legítima defesa da sociedade. A moderna sociedade é por demais complacente com pedofilia, abuso sexual e estupro que, muitas vezes, é seguido por assassinato. Enquanto isso, pessoas se batem para que bebes possam ser exterminados porque incomodam os marmanjos dos pais.

  8. Pois é, Lauro. Você está se esquivando á questão. Por esta via qualquer castigo poderá ser taxado de tortura, então vamos acabar com tribunais, cadeias e penitenciárias? Prender um ser humano por anos a fio não é tortura? Entenda que não se trata de vingança: a castração legal de um estuprador salvará as futuras vítimas. Trata-se de desarmá-lo e, afinal, a operação pode ser feita com assepsia e anestesia. Por outro lado, indefensável é defender o assassinato do embrião humano.

  9. Miguel, isso é justiça ou vingança? Pelo jeito, você também quer a “revolução semântica”. A maior ironia é que a Castração em nosso país não existe, é contra lei, assim como o aborto indiscriminado. Mas duvido que você gostaria de ser chamado de “Torturador”, “Mutilador” e de ter uma “visão higienista” apenas por que tem essa opinião não é? 😉

  10. Um embrião que é abortado nunca poderá viver. Ele perde o direito ao mais básico dos direitos: viver. E quanto a morte cerebral, é uma incapacidade absoluta temporária do, pode ser por muitas vezes declarada irreversível pelos médicos, mas legalmente, a morte cerebral é um coma, e todo coma é reversível.

  11. Alô Lauro: sua ironia sobre o Velho Testamento me leva a indagar: o que é mais justo: matar uma criança que não tem culpa de ter sido gerada ou castrar o estuprador? Refiro-me à castração legal. Se levarmos em conta que alguns desses monstros arrebentam crianças, será que não merecem ser castrados?

  12. Realmente, o descarte de embriões nas clínicas de fetilização “in-vitro” equivale a aborto. Lauro, o que você propõe é uma verdadeira revolução semantica. Pelo mesmo raciocinio, não se poderia chamar os que mataram Kennedy e Gandhi de assassinos. Matar uma vida humana é assassinato. Cientificamente o bebe de ventre é vida humana. Segue-se…

  13. Edi, quem falou isso foi eu, não o Lauro. E creio que você esteja fazendo confusão: morte cerebral é considerada morte, portanto nesse caso ninguém tá incorrendo em eutanásia – isso sim seria considerado crime (o que é outra estupidez, aliás). O meu argumento é: se desligar os aparelhos quando há morte cerebral não é assassinato, por que “matar o embrião”, que é legalmente descartado nas clínicas de fertilização, por exemplo, e não tem nenhuma atividade cerebral, é?

  14. Lauro, ser pró-vida é estar interessado em defender a vida de sua concepção até sua morte natural. Os dois casos que você citou são crimes (aborto e eutanásia) e em ambos há uma pessoa criminosa impedindo a vida de outra pessoa.

  15. Edi, é tão razoável questionar a correspondência entre aborto e assassinato quanto a correspondência entre assassinato e desligar os aparelhos de quem teve morte cerebral, por exemplo. Este não está “menos vivo” que aquele, e ainda assim isso não é considerado assassinato. O problema é que os pró-embrião humano estão mais interessados em desqualificar quem pensa diferente do que discutir qualquer coisa…

  16. Miguel, infelizmente essas coisas acontecem todos os dias. Inclusive, existem “homens” que não permitem que suas esposas/companheiras façam laqueadura por exemplo. Impressionantemente, para fazer esse procedimento simples, a mulher precisa da autorização (!) do companheiro para fazer essa cirurgia. Isso sim é machismo dentro de nossas próprias leis ultrapassadas. Em relação à castração de estupradores, é uma opinião bem “velho testamento” não é? 😉

  17. Edi, por isso que tem muita coisa para avançar ainda. Se algumas estatísticas estão certas, a maioria dos abortos clandestinos acontecem entre mulheres pobres, sem instrução e por uma série de motivos sociais e financeiros. Criminalizar e pré julgar ainda mais essa população de nada vai adiantar, mas avançar em questões de educação e distribuição de renda sim. Talvez esse deveria ser o verdadeiro foco de todos tanto os “pro vida” quanto os “pro escolha”.

  18. Também devemos levar em consideração que iniciar uma conversa afirmando que quem aborta está cometendo assassinato não é ofensa de maneira nenhuma. Aliás, quem optou por acabar com uma vida fez sua escolha: acabou com uma vida. A grande luta é pelo apoio e cuidados (físicos, emocionais, psicológicos e, de certa forma, financeiros)às mulheres que decidem gerar essas crianças, mas sempre lembrando que a luta pela garantia de vida dessas crianças vem antes.

  19. Lauro, não é razoável ter mais diálogo sobre o aborto ser assassinato. Em nenhum caso abortar deixa de ser assassinato. A mãe que não planejou ter um filho deve receber o máximo de apoio possível para levar essa gravidez até o fim, pela vida da criança. A mãe vai continuar vivendo depois que o filho nascer e cabe à sociedade criar formas de ajudá-la conforme ela necessitar.

  20. Lauro, no meu entender estupradfor não tem direito ao pátrio poder, mas, mesmo na prisão perpétua, não está escusado de contribuir para o sustento da prole que gerou. Aliás, sou a favor da castração de estupradores.

  21. (cont) Você diria que o homem que estupra a própria mulher, para que ela “cumpra suas obrigações de esposa” e lhe dê um filho, como “feminista” ou “pro vida”? Particularmente, sou a favor de deixar a questão do aborto como já é prevista e garantida na lei. Mas também sou a favor do diálogo sem pré julgamentos e classificações fáceis. Enquanto tratarem essa questão com agressividade, todos os lados nunca vão dialogar.

  22. Miguel, o que você não enxerga é que não é tão simplista assim. Ironicamente, você cai na classificação de sexismo mais básica, que é o preconceito que o homem sempre “foge” da responsabilidade parental. Não é o que ocorre sempre, existem casos e casos. Machismo se configura de várias formas, tanto aquele que obriga a mulher a abortar quanto aquele que quer que ela engravide dele, para lhe dar uma “cria”. Depende do foco. Vejo isso na prática todos os dias. (cont)

  23. Edi, concordo muito com você. Existem formas de prevenção que são, com certeza, melhores que o aborto. Não questiono isso, mas sim quais os motivos que levam uma mulher a abortar. A questão é que é necessário separar pessoas que usam o aborto por motivos “contraceptivos” e aqueles que sofreram violência e não tem condições psicológicas ou mesmo físicas. Parece que para os “pro vida” são todos “assassinos”…

  24. Edi e Miguel: o que eu gostaria é que tivesse mais diálogo. Concordo com muito o que vocês disseram, pois as coisas, reafirmo, não são preto no branco. O problema, é que vocês não querem compreender ou mesmo dialogar com aqueles a favor do aborto. Já os taxam de “assassinos de bebês”. Desculpe, mas isso não é forma de iniciar uma conversa, já partindo para a ofensa. Não é possível mudar a opinião das pessoas pelo medo ou constrangimento.

  25. Edi, concordo plenamente com você, nosso amigo Lauro não está querendo enxergar a correlação óbvia machismo/aborto. E parece esquecer que o aborto é um estupro cirurgico (ou seja, a mulher estuprada que engravide, tem que ser submetida a novo estupro???) Então não é machismo, p.ex. fazer a ultrassonografia, descobrir que é menina e decidir (o homem) pelo aborto? E repito o que eu disse: homem também faz aborto, também é assassino nesse caso.

  26. E uma coisa que deve ser lembrada sempre,lauro, é que por mais cruel que seja o motivo que leva a mulher a abortar, abortar sempre é assassinato.Logo, além do sofrimento da violência, etc, a mulher ainda carregará com ela o fato de ter matado seu filho, inocente. Há outras soluções para todos os casos que você falou, não é necessário causar um trauma ainda maior para a mulher e muito menos é necessário acabar com uma vida indefesa.

  27. (cont) O que isso pode ter a ver com o aborto? Não é estranho que mulheres desesperadas abortem. Não estamos falando aqui de adolescentes inconseqüentes, mas sim muitas vezes de mulheres brutalizadas pela vida e por seus parceiros que não vêem outra opção. O que muitos “pro vida” se recusam a ver é a possibilidade de compreender quem faz o aborto e sobre seus motivos. Já as classificam como “assassinas de bebês”. Deveria haver mais diálogo dos dois (ou mais) lados.

  28. (cont) Já vi homens que, com seu “direito”, evitavam que a mulher usasse métodos anticoncepcionais, mesmo que ela não quisesse engravidar, porque queriam ter um “filho seu”. Infelizmente, isso é extremamente comum. Já atendi mulheres que tomavam pílula escondido por medo dos parceiros e já sofreram estupro dentro de casa por se negarem a “cumprir com suas obrigações maritais” e de lhes “darem” um filho.(cont)

  29. Miguel, a correlação machismo=aborto que você sempre faz é determinista e incorreta. Caso verídico que acompanhei: uma adolescente foi estuprada acabou engravidando; sua família entrou com pedido de aborto, pois a menina não tinha condições psicológicas devido ao abuso. O estuprador não foi preso, pois não haviam provas materiais. Para completar, ele entrou na justiça, fazendo um pedido, COMO PAI (!) para evitar o aborto e com intenções (!) de criar a criança… Nada é preto no branco (cont)

  30. Edi, hoje em dia o aborto já é criminalizado. Então porque a situação não muda? Penas já existem, estão aí. Muito pelo contrário… Realmente precisam de leis mais duras em relação a isso? O aumento de repressão vai fazer diminuir os abortos? As pessoas deixam de cometer “crimes” apenas devido ao medo de irem presas? Liberar pode não ser a solução, mas o foco dos “pró vida” está apenas no medo e no constrangimento, em pegar os “assassinos” e não em ajudar mulheres, muitas desesperadas.

  31. HAHAHAHAHA, essa lista faz-me rir. Primeiro pq só tem homens. Segundo que desde quando o Mel Gibson é um bom exemplo para qualquer coisa? Ele mandou a mulher ser “estuprada por uma matilha de pretos” (nesses termos). Ele é racista, homofóbico, anti-semita e machista ao extremo. Pior só se colocasse o próprio Führer na lista.

  32. Lauro, o que deve ser levado em conta antes dos motivos que levam a mulher a abortar é o fato URGENTE de vidas indefesas que estão sendo tiradas injustamente. Penso que com toda a certeza deve ser dada a devida atenção para a condição das mulheres que chegam a pensar em abortar, mas um fato não vem em detrimento do outro. Enquanto tentamos efetivamente criar programas para evitar a degradação da vida da mulher, temos por obrigação, impedir que aconteça uma outra degradação: a morte do embrião.

  33. Lauro, voce está cometendo um erro crasso. Aborto voluntário é homicídio sim, objetivamente falando. Mas não é só da mulher. Homem também faz aborto, já esqueceu? Obviamente não faz nele, porque não engravida; mas faz na mulher.

  34. (cont) Particularmente, não sou a favor da liberação incondicional do aborto, não com o caráter “contraceptivo”. O problema é que a educação da população é melhor quando se oferecem alternativas, e não proibições no estilo “não pode porque é lei”. Muitos dos que são “pró vida” também são contra métodos anticoncepcionais, por exemplo, um erro crasso de pré julgamento moral. A questão é que confundem “descriminalizar” com “liberar”, por exemplo. Isso não vale mais discussão?

  35. (cont) Se as estatística de uma pesquisa realizada em Brasília estão corretas, cerca de cada 100 mulheres, 15% disseram terem feito aborto. Ou seja, existe uma grande possibilidade de pessoas próximas a você (mais de uma a cada 10 mulheres…) já tenham feito um aborto, até mesmo alguém de sua própria família ou círculo social. Alguém aí teria coragem de chamá-las de “assassinas”? (cont)

  36. Edi, o problema é que o julgamento moral é colocado acima de qualquer outra coisa, mas não toca nos pontos que ninguém quer discutir: porque uma mulher aborta? O que leva alguém a se sujeitar a ter sua vida ameaçada em um aborto ilegal? Porque o aborto acaba sendo visto como “solução”? Ao chamar alguém de “assassino”, acabam oferecendo um julgamento. O próprio blog se recusa a discussão, já coloca a sua visão do “correto”, não é imparcial. (cont)

  37. Lauro, para afirmar que quem faz aborto está cometendo assassinato é preciso apenas reconhecer que tirar a vida de um ser humano é matá-lo. Por isso é fácil fazer essa afirmação. O que não é correto é você afirmar que as pessoas que tem moral não conhecem a realidade e não sugerem mudanças práticas.

  38. Renato, o que aponto é que ninguém tem condições de exigir moralidade 100%, pois o telhado é de vidro… Aparentemente é fácil para muitos aqui apontarem o dedo e chamando os outros de “assassinos”. Com certeza devem ser pessoas com altos conceitos morais… Não conhecem a realidade e não sugerem mudanças práticas, apenas julgamentos. Não há discussão, apenas imposição. Nem se perguntam sobre os motivos de uma mulher querer abortar, e já as classificam como “assassinas”.

  39. Jônatas, parabéns pela lembrança, e eu quero lembrar que no Brasil, a Elba Ramalho tem se dedicado à causa da vida humana desde a concepção. Sim, antes de sermos contra o aborto, nós somos a favor da vida em gestação.

  40. Esses abortistas tendem a pensar que todo mundo tem que ser ligado a alguma caixinha de ideias, como se para vc ser contra o aborto, necessariamente vc tem que ser religioso devoto e de direita. Eu não me vejo na direita política, mas acho que o apoio a políticas abortistas é um absurdo que devia sumir do ideário da esquerda.

  41. Bom, Lauro, isso só reforça o fato de que não é preciso ser religioso para ser contra o aborto. Admitir que matar um bebê no ventre materno é a mesma coisa que assassinato é questão de bom senso e honestidade. Gente com comportamento “liberal” também pode ser a favor da vida desde a concepção.

  42. Intrigante a lista, considerando que vários desses senhores tem comportamentos morais, no mínimo, questionáveis: Nicholson já foi conhecido por promover orgias em sua casa, inclusive foi em uma que Roman Polanski estuprou uma adolescente; Gibson é conhecido ultimamente por ameaçar mulheres, aparecer bêbado e por ser antisemita. Já o comentário mais importante de Andrea Bocelli foi deixado de lado. Ele disse na entrevista: “I cannot be the judge of those who decide in a different way”.

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