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Jônatas Dias Lima

Blog da Vida

Opinião e notícia sobre as causas pró-vida e pró-família

Propaganda do sabão OMO embarca na ideologia de gênero e é intensamente criticada

Na Semana da Criança, a marca resolveu lutar pelo direito dos "meninos trocarem fraldas de bonecas"

OMO

Quando as grandes empresas vão parar de confiar o valor de suas marcas à estranha mente de publicitários excêntricos, cujos valores são opostos à da maioria esmagadora da população?

Depois de semanas de intensa rejeição popular à manifestações supostamente artísticas relacionadas à erotização infantil e à ideologia de gênero, a marca OMO, da Unilever, parece se esforçar para compartilhar do mesmo destino do banco Santander ou do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Em plena Semana da Criança, o comercial da marca resolveu não falar mais de crianças se sujando de tanto brincar no quintal de casa, nem de bebês que derrubam macarrão na roupinha. Eles escolheram lutar pelo direito dos “meninos trocarem fraldas de bonecas”.  Resolveram trocar o mundo real, inocente e popular, pela fantasia de ideólogos de gênero, facilmente desbancada pelo bom senso e pelas neurociências.

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É evidente que, por questão de justiça, é preciso deixar claro que dessa vez trata-se apenas de uma opinião equivocada. Não há ali um homem com a genitália de fora sendo tocado por uma criança, nem hóstias pichadas com termos de conotação sexual. É só a tolice de alguma mente publicitária muito engajada, e de executivos incompetentes que preferiram dar atenção a eles e não aos valores do público que compra sabão em pó.

Esse tiro no pé midiático transformou a OMO em alvo nas redes sociais. Alvo de quem está cansado de ver valores familiares sendo grosseiramente ofendidos há tempos por “artistas” e gente da mídia. A página da marca no Facebook está sendo negativada e os posts críticos  não param. Confiram lá.

Quer entender melhor por que a propaganda da OMO sobre “clichês de gênero” é uma grande besteira? Então você precisa entender melhor o que é ideologia de gênero.

 

 

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10 Comentários

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  1. Caro colega, a campanha do sabão em pó não estimula ou, sequer, sugere a questão de ideologia de gênero. Isso é um outro assunto. A criativa campanha é um alento em tempos tão cheio de preconceito e ódio. Meninos e meninas devem, sim, ter a liberdade de brincar de bola, de boneca, de panelinha, despreocupados se são brinquedos tipicamente femininos ou masculinos. Isso não traumatiza, isso não torna alguém homossexual e/ou problemático. Ao contrário. Meninos que brincam de trocar fraldas de bonecas e de fazer comidinhas, têm grandes chances de serem maridos e pais muito mais participativos e solidários com as parceiras, com os filhos, com o mundo. Pense nisso!

    • Glória, o problema é que a campanha fala em “recall”, um termo usado para algo que está errado e precisa ser consertado, como se fosse um erro afirmar a evidência biológica de que há tendências diferentes entre meninos e meninas, inclusive na escolha daquilo com que brincar. É óbvio que existem brinquedos de meninas e de meninos, e isso não é culturalmente imposto. É tendência biológica, comprovada pelas neurociências. Dizer aos pais que não existe “brinquedo de menina e brinquedo de menino” é mera ideologia, descolada da realidade. E dizer que meninos que brincam de bonecas serão pais melhores é uma afirmação preconceituosa e igualmente descolada do mundo real. Dá a entender que meninos que brincam de carrinhos, espadas e dinossauros – e não com bonecas – serão pais terríveis, ou seja, uma tremenda mentira.

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