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Jônatas Dias Lima

Blog da Vida

Opinião e notícia sobre as causas pró-vida e pró-família

Por um voto, deputados do Chile rejeitam legalização do aborto

Governo tinha maioria na casa, mesmo assim sofreu uma derrota surpreendente

Mãos de coração com bandeira do Chile

Por um voto de diferença, a Câmara de Deputados do Chile rejeitou a aprovação da lei que legalizaria o aborto no país. Na quarta-feira o mesmo projeto havia sido aprovado no Senado e bastava uma vitória na Câmara para seguir à garantida sanção presidencial. A surpreendente derrota imposta ao governo Bachelet – já que o governistas são maioria na casa – obriga o projeto a voltar a uma comissão mista do Congresso para ser rediscutida.

Para ser aprovado, o projeto precisava de 67 votos a favor, mas conseguiu 66. A votação ainda teve uma abstenção e 40 votos contrários ao texto. A abstenção foi do deputado governista Marcelo Chávez, do Partido Democrata Cristão, considerado o grande responsável pelo resultado.

Michelle Bachelet, uma defensora obcecada do aborto livre, queria que a aprovação do projeto fosse um legado seu ao país, já que seu impopular mandato termina em março de 2018. Ela lamentou publicamente o resultado da votação.

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Embora o projeto de lei ainda possa ser aprovado, o fato de ter de passar por uma comissão dá mais chances aos defensores da vida para derrotá-lo em definitivo. Além da disputa que ocorrerá dentro da própria comissão – ainda sem data para ser formada – um grupo de deputados pró-vida já havia acionado a suprema corte do Chile para que considerasse o projeto inconstitucional. Como o trabalho da comissão mista pode levar várias semanas, isso pode garantir o tempo de que o tribunal precisa para julgar o caso antes de uma nova votação.

O projeto de lei pretende tornar o aborto legal em três casos específicos: quando há riscos de vida para a mulher grávida; em casos de estupro ou má formação do feto.

 

Com informações de ANSA e Publimetro.

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