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Virtudes e Valores

Agora bilionário, o criador do WhatsApp era um menino pobre que fugiu para os EUA com a mãe

A história de Jan Koum, que já dependeu de assistência social e mais tarde vendeu o trabalho da sua vida por R$ 45 bilhões.

Entre os vários gênios que fizeram história no mundo da tecnologia, a trajetória de Jan Koum, o criador do WhatsApp é certamente uma das mais incomuns. Ele não cresceu em meio ao desenvolvimento gradativo do Vale do Silício, nem teve relação alguma em sua juventude com os fundadores da Apple ou da Microsoft. Ao invés disso, encarava com a mãe as muitas dificuldades de seu país natal, a Ucrânia, onde o comunismo chegava ao fim. De origem humilde, mudou-se para os Estados Unidos na adolescência, fugindo da crise política e das intermináveis ameaças de conflitos. As dificuldades, contudo, não o impediram de criar e mais tarde vender o trabalho de sua vida, o WhatsApp, por R$ 45 bilhões para o Facebook.

Jan nasceu em um vilarejo próximo a Kiev, na Ucrânia, onde sua família não tinha sequer água quente. Filho de um mestre de obras e uma dona de casa, ele se mudou para os Estados Unidos com a mãe, quando tinha 16 anos. No novo país, eles só conseguiram sobreviver graças ao programa social para imigrantes da cidade de Mountain View, na Califórnia. O serviço lhes dava semanalmente um vale-alimentação que ajudava nas despesas da casa. Além disso, o apartamento em que moravam também havia sido fornecido pelo governo americano.

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Mesmo com esse auxílio era preciso que todos tivessem um emprego para que conseguissem se manter. Por isso, a mãe de Koum trabalhava como babá e ele encontrou uma vaga de faxineiro em um mercado. Com muito esforço, alguns anos depois ele conseguiu uma vaga na Universidade de San Jose, mas acabou não concluindo o curso. Apesar disso, conseguiu trabalhar no Yahoo! durante sete anos, entre 2000 e 2007. Foi ali que conheceu Brian Acton, seu futuro sócio.

Em 2007, Koum e Acton saíram da empresa, para dois anos mais tarde fundarem o WhatsApp. O aplicativo cresceu rapidamente e, no ano de sua venda, já contava com aproximadamente 430 milhões de usuários. Além do Facebook, que foi quem arrematou o produto, a Google também já havia se interessado em obter os direitos sob a marca. Orgulhoso do caminho que seguiu, Koum fez questão de assinar o acordo de venda de sua empresa, na mesma associação onde costumava buscar os vales que ajudaram ele e sua família a se sustentar nos primeiros anos nos Estados Unidos.

Com informações de Forbes.

 

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