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Defesa da Vida

Adolescente é forçada pela mãe a abortar e vela bebê com flores no quintal de casa

A menina de 17 anos, contrária ao aborto, estava grávida de cinco meses. Denúncia foi feita pela família do pai do bebê.

Uma mãe obrigou a filha de 17 anos a abortar seu bebê de 5 meses, em Campo Grande. Depois do procedimento, a menina velou o corpo do filho em uma caixa de sapatos, antes de ele ser enterrado no quintal de casa. A mãe, um pedreiro e uma enfermeira foram presos em 16 de maio, depois de a família do pai do bebê denunciar o caso à polícia.

“A menina velou o corpo, com três rosas e um terço e enterrou, com zelo de quem não queria o aborto. Ela ligou desesperada para o namorado na época e contou detalhes. O feto, de 21 semanas, foi velado em caixa de sapato”, afirmou a delegada Aline Sinnot, da Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude.

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O corpo do bebê foi encontrado no dia 15 de março, no mesmo dia em que foi sepultado, dentro da caixa enterrada em uma cova de 1,6 metro de profundidade. No início, a adolescente disse que fez o aborto sozinha, mas diversos detalhes do caso apontaram que a responsabilidade foi da mãe, que se opunha ao relacionamento da filha porque o namorado dela é pobre.

Os investigadores desconfiaram que a adolescente não tinha condições físicas para fazer o aborto e cavar a cova sozinha. Os peritos também levaram em consideração que ela não teria forças depois de ter ficado dois dias em jejum tomando chá para tentar abortar.

A garota contou à mãe que estava grávida no dia 8 de março. No dia 13, a jovem tomou quatro comprimidos, adquiridos por 200 reais cada de uma enfermeira, conhecida de um pedreiro que tinha contato com a mãe. O procedimento não deu certo e a garota tomou mais quatro comprimidos até expelir o bebê, no dia 15 de março.

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Segundo a polícia, a mãe da adolescente vai responder pelos crimes de aborto provocado sem consentimento da gestante, ocultação de cadáver, corrupção de menores e associação criminosa. O pedreiro foi indiciado por participação no aborto, ocultação de cadáver, associação criminosa e tráfico de drogas, porque intermediou a compra do medicamento abortivo. A enfermeira vai responder por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Além disso, o namorado da mãe da jovem foi indiciado por falso testemunho e associação criminosa porque, na época do crime, disse que a mãe da adolescente teria passado a noite do crime com ele. Com a prisão da mãe, a garota foi entregue ao pai.

 

Com informações de G1 e TV Morena.

 

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