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Felipe Koller
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3 cantores católicos que mereceram destaque em 2017

Um nigeriano, uma norte-americana e um francês estão trazendo originalidade, qualidade e carisma para a música católica.

O site Aleteia, através de seu projeto Cecilia Music, lança todos os anos no dia de Santa Cecília (22/11) uma lista de cantores e bandas católicos de todo o mundo de que os leitores do portal, em suas sete línguas, mais gostaram. Neste ano, a lista contém 30 nomes de 13 países. Selecionei aqui três deles e, no final, incluí um bônus que me chamou muito a atenção neste ano. Confira:

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Alanna Boudreau

Alanna Boudreau, que nasceu nos Estados Unidos, filha de canadenses, começou a compor aos 15 anos. Suas letras, riquíssimas, se inspiram em grandes escritores, filósofos e teólogos cristãos do século XX, como Hans Urs von Balthasar e J. R. R. Tolkien. Em 2017, ela lançou B Sides & Live Takes from Ypsilanti, mas aqui apresentamos Simon (Petros), de 2015:

Ah, se eu pudesse te amar mais do que todos os santos
E os anjos juntos
Se eu pudesse dar a ti uma coisinha só
Seria a minha própria vida

Father Tansi

Membro da congregação dos Frades Franciscanos da Renovação, a música de Father Tansi se insere no projeto de pastoral cultural que a congregação desenvolve, o Renewal in Motion, que no ano passado revelou a música de Brother Isaiah. Tansi Ibisi é nigeriano, foi ordenado presbítero em 2017 e atua em Londres. Em seu primeiro álbum, Garden, a musicalidade africana e as letras nos levam à oração. Em Song of the Beloved, Tansi entoa trechos do Cânticos dos Cânticos:

Eu ouço o meu amor: eis que ele vem
Saltando sobre os montes, pulando sobre os outeiros
Meu amor é como uma gazela, como um jovem cervo
Olha, está detrás da parede
Ele olha pela janela, o meu amor
E espreita pelas grades
Meu amor é como uma gazela, como um jovem cervo
Venha, meu amor, venha

Les Guetteurs

Les Guetters é um grupo de reggae francês na ativa desde 2012. Já lançaram dois álbuns, Guerriers pacifiques (2014) e Tatoué (2016). Seu líder, Fratoun, ou François-Joseph Ambroselli, é um jovem de 22 anos. “O que me inspira é o combate espiritual, o estar um pouco perdido e pedir a ajuda de Deus”, disse ao La Croix em 2016. É o que se pode ver em Mon Frère, cuja letra diz:

Direi a ti que amo essa vida?
Tantas ofensas e lanças no meu rastro
Tantos vestígios e marcas no meu rosto
Tantas mentiras de sonhos e miragens

Direi a ti que te amo apesar disso tudo?
Apesar do vento que varre a minha esperança.
Ousarei proclamar em voz alta tua glória?
Ou fugirei da dor como um covarde.

Será que tenho a força para vencer a minha ira?
Minha espada cortou tantas orelhas
E minha língua causou tantas guerras
E negou tantas pessoas que conheço

Mas eu sei que a tua mão traça linhas
Na areia enquanto sou apedrejado
Nenhuma pedra me ferirá
Não me calarei: me atreverei

Tu és meu Pai, meu Irmão e meu Rei

Bônus: Projeto Sola

O Projeto Sola é uma dupla composta por Guilherme Andrade e Guilherme Iamarino, dois cristãos evangélicos brasileiros que neste ano lançaram o álbum 500, em comemoração aos 500 anos da Reforma Protestante, que conta com canções belíssimas. Como destaque, ouça Confissões, baseada na obra de Santo Agostinho:

Tarde vos amei
Ó beleza antiga e tão nova
Habitavas dentro de mim
E eu lá fora a procurar
Eu não existiria
Se eu não existir em você
Deformado mantinha-me longe
Da beleza que é o teu ser

***

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